quinta-feira, 29 de setembro de 2011

o bar e mitsvá





Bar & Bat Mitsvá

Entrando na Idade Adulta

Bar-mitsvá
A expressão "Bar-Mitsvá" se origina parcialmente do aramaico, a língua do Talmud. "Bar" significa literalmente "filho de", e "mitsvá" significa "mandamento". Assim, um "bar-Mitsvá" é um "filho do mandamento".

A ocasião mais importante na vida de um judeu chega quando ele atinge a idade para entrar na aliança com D'us e no compromisso de manter, estudar e praticar todos os mandamentos da Torá, aos treze anos de idade.

O sagrado livro Zôhar explica que no dia do décimo terceiro aniversário de um menino, a alma Divina é revelada com maior intensidade, e exerce uma maior influência. Neste momento os jovens tornam-se aptos a responder pelo cumprimento das mitsvot. Esta é a razão de se fazer uma comemoração especial neste dia.

Uma Seudat Mitsvá (refeição completa com pão e carne) é preparada por ocasião do Bar-Mitsvá. Durante a refeição, o rapaz pronuncia um Devar Torá (um breve, mas profundo comentário sobre algum aspecto da Torá).

Costumes
• A partir desta data o jovem deve colocar Tefilin diariamente (exceto em Shabat, Yom Tov e Chol Hamoêd) e cumprir todas as leis judaicas.

• Jovem deve ser chamado à Torá para recitar as devidas bênçãos, na primeira oportunidade.

• A partir desta data o jovem deve colocar Tefilin diariamente (exceto em Shabat, Yom Tov e Chol Hamoêd) e cumprir todas as leis judaicas. jovem deve ser chamado à Torá para recitar as devidas bênçãos, na primeira oportunidade.

• Após a cerimônia faz-se uma refeição, denominada Seudat Mitsvá, que deve conter pão e carne.

• Nesta refeição, o jovem faz um discurso baseado na Torá.

• Na conclusão da refeição, recita-se Bircat Hamazon, a Bênção de Graças.

• É costume no dia do Bar-Mitsvá o jovem e seus pais fazerem maior doação do que o habitual para caridade, para que este ato lhes traga uma bênção especial.

Bênção recitada pelo pai do jovem:

Após ser chamado à Torá pela primeira vez, quando o filho conclui a segunda bênção, o pai recita uma bênção na qual agradece a D'us pela chegada deste momento tão feliz e por isentá-lo da responsabilidade pelos atos do filho, transferindo tudo ao próprio filho, através da seguinte declaração testemunhada por todos os presentes:

Baruch shepetaráni meônesh halazê.

"Bendito é Ele que me livrou de ser punido por este menino."


Bat-mitsvá
"Bat" significa literalmente "filha de", e "mitsvá" significa "mandamento". Assim, uma "Bat-Mitsvá" representa uma "filha do mandamento".

Uma das ocasiões mais importante na vida de uma menina judia chega quando ela atinge a idade para entrar na aliança com D'us e no compromisso de manter, estudar e praticar todos os mandamentos da Torá, aos doze anos de idade.

O sagrado livro Zôhar explica que no dia do décimo segundo aniversário de uma menina, a alma Divina é revelada com maior intensidade, e exerce uma maior influência. Neste momento as jovens tornam-se aptas a responder pelo cumprimento das mitsvot.

No caso da menina é positivo, não uma obrigação, reunir suas amigas e familiares onde algumas palavras de Torá deverão ser proferidas, seguida de uma seudat mitsvá, refeição festiva.

Ao contrário da cerimônia de Bar-Mitsvá do menino, que implica na colocação dos tefilin e sua chamada pela primeira vez à Torá, esta data não requer nenhum ato religioso específico, já que o Bat-Mitsvá ocorre um ano antes do menino, pois D'us abençoou as mulheres com um grau maior de compreensão e ligação com o Criador.

Costumes
• As meninas, ao completarem doze anos, chegam à idade da maturidade, e têm a responsabilidade de assumir o cumprimento das mitsvot.

• É uma mitsvá fazer uma refeição festiva no dia do Bat-Mitsvá, de forma discreta, conforme nossos sábios explicam que a discrição é uma das maiores virtudes da mulher.

• É costume no dia do Bat-Mitsvá a jovem e seus pais aumentarem a doação que habitualmente reservam para caridade, ato que lhes traz uma bênção especial.



terça-feira, 13 de setembro de 2011


Enoque e Elias ... onde estão?

"E assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo," (Hb 9:27)
"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram." (Rom 5:12)
"Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista de incorruptividade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade." (ICor 15:22,51-53)
O homem a princípio foi criado para viver eternamente. Contudo, com sua opção pelo pecado, acabou por encontrar a morte. Como somos da mesma natureza de Adão, igualmente haveremos de passar pela morte. D-us prometeu a vida Eterna ao homem na condição de obediência. Disse-lhe que certamente morreria se não se mantivesse em retidão. O inimigo, ao contrário, em função da desobediência a D-us, também fez promessa: certamente não morrerás?
O desrespeito, desprezo e afronta ao Supremo Criador fez confirmar a morte a qual todos havemos de passar. Todos os homens morrem.
Moisés e Elias foram vistos com Yeshua
“Seis dias depois, tomou Yeshua (Jesus) a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias falando com ele.”  Mt 17:1-3
Aqui temos simplesmente uma visão do futuro reino de Cristo.
Observe o que disse Yeshua:
“E, descendo eles do monte, ordenou-lhes Yeshua: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do Homem ressuscite dentro os mortos.” Mt 17:9
“ Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras. Em verdade vos digo que alguns há dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam o Filho do Homem no seu reino.” Mt 16:27,28
Neste texto, como em apocalipse, temos muitas visões, mas seus personagens são futuros. Como exemplo, temos os participantes do reino, que ainda não ressuscitaram.
Observe que este verso diz que quando Jesus vier na Sua glória, então retribuirá a cada um segundo as suas obras.
Quando a Bíblia diz que não provariam a morte até que enxergaram o filho do homem vindo na glória, explica a razão de terem diante deles a visão relatado no próximo capítulo de Mateus que prefigura uma situação no futuro reino, quando haverão de ressurgir tanto Elias, quanto Moisés.
Moisés está morto e ainda não ressuscitou
Assim, morreu ali Moisés, servo do ETERNO, na terra de Moabe, segundo a palavra do ETERNO. Este o sepultou num vale, na terra de Moabe, defronte de Bete-Peor e ninguém sabe, até hoje, o lugar da sua sepultura. Tinha Moisés a idade de cento e vinte anos quando morreu; “
Enoque, herói da fé!
“Pela fé, Abel ofereceu a D-us mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de D-us quanto às suas ofertas. Por meio dela, também Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque D-us o trasladara. Pois antes da sua trasladação, obteve testemunho de  haver agradado a D-us.

Pela fé Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a D-us, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa; pela qual condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé.
Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia.”  Hb 11:4,5,7,8
Enoque... também morreu !
Enoque viveu sessenta e cinco anos e gerou Metusalém. Andou Enoque com D-us; e, depois que gerou a Metusalém, viveu trezentos anos e teve filhos e filhas. Todos os dias de Enoque foram trezentos e sessenta e cinco anos. Andou Enoque com D-us e já não era, porque D-us o tomou para si.” Gen 5:21-24
Abel, Enoque, Noé, Abrão, Sara, Isaque, Jacó, José, Moisés, Raabe, Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os santos profetas,
Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra.” Hb 11:13
Todos esperam ressurreição
Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram, contudo, a concretização da promessa, por haver D-us provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós não fossem aperfeiçoados.” (Hb 11:39,40)
Veja que nossos irmãos na fé não alcançaram as promessas, e serão aperfeiçoados juntamente conosco, quando passarmos pela ressurreição!

Yeshua é o primeiro dentre os mortos !
“.. isto é, que o Machiach devia padecer e, sendo o primeiro da ressurreição dos mortos, anunciaria a luz ao povo e aos gentios.” (At 26:23)
O que você entende quando a Bíblia diz que Yeshua é o primeiro dentre os mortos? Não houveram ressurreições antes Dele?
Sim, mas Ele ressuscitou para a vida eterna, o que não ocorreu com os demais.
E Yeshua trará o galardão
“Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois os que são de Cristo, na sua vinda.” ( ICor 15: 22,23)
Então como dizer que Cristo fez-se primícia dentre os mortos se admitíssemos que outros já ressuscitaram para a eternidade antes de Yeshua? Impossível !!
Por isso a Bíblia diz-nos que quando Ele vier dará o galardão aos seus servos, aos que o temem.
Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto os pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra.” ( Ap 11:18)
E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” Ap 22:12
“... mas os que são havidos por dignos de alcançar a era vindoura e a ressurreição dentre os mortos não casam, nem se dão em casamento. Pois não podem mais morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de D-us, sendo filhos da ressurreição” Lucas 20:35,36
Alcançamos a vida eterna por meio de Cristo e este acontecimento se dará na sua vinda e não antes dela, como supõe-se para Moisés e Enoque.
Estudando o gráfico, o leitor facilmente poderá verificar que anos depois de seu arrebatamento o profeta Elias envia um carta advertindo o rei Jeorão, o que comprova que ainda estava vivo e na terra é óbvio.
Então, lhe veio um escrito da parte de Elias, o profeta, que dizia: Assim diz o SENHOR, D-us de Davi, teu pai: Visto que na andaste nos caminhos de Josafá, teu pai, e nos caminhos de Asa, rei de Judá, mas andaste nos caminhos dos reis de Israel, e fizeste corromper a Judá e aos moradores de Jerusalém, segundo a corrupção da casa de Acabe, e também mataste teus irmãos, da casa de teu pai, melhores do que tu, eis que o Eterno ferirá com um grande flagelo ao teu povo, e aos teus filhos, e às tuas mulheres, e a todas as tuas fazendas. Tu também terás uma grande enfermidade por meio de um mal nas tuas entranhas, até que te saiam as tuas entranhas, por causa da enfermidade, dia após dia. Despertou, pois o Eterno contra Jeorão o espírito dos filisteus e dos arábios, que estão da banda dos etíopes. Este subiram a Judá, e deram sobre ela, e levaram toda a fazenda que se achou na casa do rei, como também a seus filhos e a suas mulheres; de modo que lhe não deixaram filho, senão a Jeoacaz, o mais moço de seus filhos. E, depois de tudo isso, o Eterno o feriu nas suas entranhas com uma enfermidade incurável. E sucedeu que, depois de muitos dias, e chegado o fim de dois anos, saíram-lhe as entradas com a doença, e morreu de más enfermidades; e o seu povo lhe não queimou aromas, como queimara a seus pais. Era da idade de trinta e dois anos quando começou a reinar, e reinou em Jerusalém oito anos, e foi-se sem deixar de si saudades; e o  sepultaram na Cidade de Davi, porém, não nos sepulcros dos reis.”  2Cr 21:12-20
Jeorão reinou 8 anos em Jerusalém, conforme observa-se em 2Cr 21:5 e 2Reis 8:17,18
Os reinos dos dois Jeorões terminaram juntos, conforme observa-se em 2Reis 8:25
Na época em que chegou a carta, o profeta já era Eliseu, conforme observa-se em 2Reis 2:1; 3:9-11

Bênçãos: Como obtê-las?



1. O que buscar primeiro? Mateus 6:33  Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Provérbios 10:4  O que trabalha com mão enganosa empobrece, mas a mão dos diligentes enriquece.
Provérbios 10:22  A bênção do SENHOR é que enriquece, e ele não acrescenta dores.
Levítico 25:21  Então, eu vos darei a minha bênção no sexto ano, para que dê fruto por três anos.

2. Como obter as bênçãos: Deuteronômio 11:26  Eis que, hoje, eu ponho diante de vós a bênção e a maldição:
Deuteronômio 11:27  a bênção, quando cumprirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que hoje vos ordeno;
Ofertar segundo a bênção, depois desta: Deuteronômio 16:17  cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido.
Deuteronômio 16:10  E celebrarás a Festa das Semanas ao SENHOR, teu Deus, com ofertas voluntárias da tua mão, segundo o SENHOR, teu Deus, te houver abençoado.
Gênesis 49:25  pelo Deus de teu pai, o qual te ajudará, e pelo Todo-Poderoso, o qual te abençoará com bênçãos dos altos céus, com bênçãos das profundezas, com bênçãos dos seios e da madre.
Gênesis 49:26  As bênçãos de teu pai excederão as bênçãos de meus pais até ao cimo dos montes eternos; estejam elas sobre a cabeça de José e sobre o alto da cabeça do que foi distinguido entre seus irmãos.
Deuteronômio 28:2  Se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos:
Salmos 115:14  O SENHOR vos aumente bênçãos mais e mais, sobre vós e sobre vossos filhos.
Provérbios 10:6  Sobre a cabeça do justo há bênçãos, mas na boca dos perversos mora a violência.
Provérbios 24:24, 25 O que disser ao perverso: Tu és justo; pelo povo será maldito e detestado pelas nações. 25  Mas os que o repreenderem se acharão bem, e sobre eles virão grandes bênçãos.
Provérbios 28:20  O homem fiel será cumulado de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não passará sem castigo.
Ezequiel 34:26  Delas e dos lugares ao redor do meu outeiro, eu farei bênção; farei descer a chuva a seu tempo, serão chuvas de bênçãos.
Malaquias 2:2  Se o não ouvirdes e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei sobre vós a maldição e amaldiçoarei as vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque vós não propondes isso no coração.

3. Salomão pediu sabedoria e recebeu também riquezas

1 Reis 4:29  Deu também Deus a Salomão sabedoria, grandíssimo entendimento e larga inteligência como a areia que está na praia do mar.
1 Reis 3:8-13  Teu servo está no meio do teu povo que elegeste, povo grande, tão numeroso, que se não pode contar.
9  Dá, pois, ao teu servo coração compreensivo para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?
10  Estas palavras agradaram ao Senhor, por haver Salomão pedido tal coisa.
11  Disse-lhe Deus: Já que pediste esta coisa e não pediste longevidade, nem riquezas, nem a morte de teus inimigos; mas pediste entendimento, para discernires o que é justo;
eis que faço segundo as tuas palavras: dou-te coração sábio e inteligente, de maneira que antes de ti não houve teu igual, nem depois de ti o haverá. 13 Também até o que me não pediste eu te dou, tanto riquezas como glória; que não haja teu igual entre os reis, por todos os teus dias.
1 Reis 10:23  Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria.
1 Reis 4:29 ¶ Deu também Deus a Salomão sabedoria, grandíssimo entendimento e larga inteligência como a areia que está na praia do mar.
1 Reis 4:30  Era a sabedoria de Salomão maior do que a de todos os do Oriente e do que toda a sabedoria dos egípcios.
1 Reis 4:31  Era mais sábio do que todos os homens, mais sábio do que Etã, ezraíta, e do que Hemã, Calcol e Darda, filhos de Maol; e correu a sua fama por todas as nações em redor.
1 Reis 4:32  Compôs três mil provérbios, e foram os seus cânticos mil e cinco.

4. O mago Simão queria o dom por dinheiro

Atos 8: 9  Ora, havia certo homem, chamado Simão, que ali praticava a mágica, iludindo o povo de Samaria, insinuando ser ele grande vulto;
ao qual todos davam ouvidos, do menor ao maior, dizendo: Este homem é o poder de Deus, chamado o Grande Poder.
11  Aderiam a ele porque havia muito os iludira com mágicas.
12  Quando, porém, deram crédito a Filipe, que os evangelizava a respeito do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, iam sendo batizados, assim homens como mulheres.
13  O próprio Simão abraçou a fé; e, tendo sido batizado, acompanhava a Filipe de perto, observando extasiado os sinais e grandes milagres praticados.
14 ¶ Ouvindo os apóstolos, que estavam em Jerusalém, que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhe Pedro e João;
15  os quais, descendo para lá, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo;
16  porquanto não havia ainda descido sobre nenhum deles, mas somente haviam sido batizados em o nome do Senhor Jesus.
17  Então, lhes impunham as mãos, e recebiam estes o Espírito Santo.
18  Vendo, porém, Simão que, pelo fato de imporem os apóstolos as mãos, era concedido o Espírito Santo, ofereceu-lhes dinheiro,
19  propondo: Concedei-me também a mim este poder, para que aquele sobre quem eu impuser as mãos receba o Espírito Santo.
20  Pedro, porém, lhe respondeu: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois julgaste adquirir, por meio dele, o dom de Deus.
21      Não tens parte nem sorte neste ministério, porque o teu coração não é reto diante de Deus.

5. Chantagem com dinheiro traz maldição e morte

At 8: 22  Arrepende-te, pois, da tua maldade e roga ao Senhor; talvez te seja perdoado o intento do coração;
23  pois vejo que estás em fel de amargura e laço de iniqüidade.
24      Respondendo, porém, Simão lhes pediu: Rogai vós por mim ao Senhor, para que nada do que dissestes sobrevenha a mim.

6. Não é verdade que D-us quer curar sempre e sem o uso da medicina

1 Samuel 30:12  Deram-lhe também um pedaço de pasta de figos secos e dois cachos de passas, e comeu; recobrou, então, o alento, pois havia três dias e três noites que não comia pão, nem bebia água.
2 Reis 20:7  Disse mais Isaías: Tomai uma pasta de figos; tomaram-na e a puseram sobre a úlcera; e ele recuperou a saúde.
Isaías 38:21  Ora, Isaías dissera: Tome-se uma pasta de figos e ponha-se como emplasto sobre a úlcera; e ele recuperará a saúde.
2 Coríntios 12:7-9  E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte.
8  Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim.
9 Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.
1 Timóteo 5:23  Não continues a beber somente água; usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades.

30  Jesus prosseguiu, dizendo: Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e veio a cair em mãos de salteadores, os quais, depois de tudo lhe roubarem e lhe causarem muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o semimorto.
31  Casualmente, descia um sacerdote por aquele mesmo caminho e, vendo-o, passou de largo.
32  Semelhantemente, um levita descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo.
33  Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele.
34      E, chegando-se, pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele.

7. Não é verdade que D-us não quer que existam os pobres:

Deuteronômio 15:11  Pois nunca deixará de haver pobres na terra; por isso, eu te ordeno: livremente, abrirás a mão para o teu irmão, para o necessitado, para o pobre na tua terra.
Provérbios 22:2 ¶ O rico e o pobre se encontram; a um e a outro faz o SENHOR.
Mateus 26:11  Porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes;
Atos 11:29  Os discípulos, cada um conforme as suas posses, resolveram enviar socorro aos irmãos que moravam na Judéia;
Atos 11:30  o que eles, com efeito, fizeram, enviando-o aos presbíteros por intermédio de Barnabé e de Saulo.
2 Coríntios 8:3  Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários,
Marcos 14:7  Porque os pobres, sempre os tendes convosco e, quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem, mas a mim nem sempre me tendes.
João 12:8  porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.
2 Reis 25:12  Porém dos mais pobres da terra deixou o chefe da guarda ficar alguns para vinheiros e para lavradores.
Provérbios 29:14  O rei que julga os pobres com eqüidade firmará o seu trono para sempre.
1 João 3:17  Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?


8. Não divulgar  ou fazer propaganda dos sinais

Mateus 8:4  Disse-lhe, então, Jesus: Olha, não o digas a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote e fazer a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho ao povo.
Marcos 1:44  e lhe disse: Olha, não digas nada a ninguém; mas vai, mostra-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para servir de testemunho ao povo.
Marcos 8:30  Advertiu-os Jesus de que a ninguém dissessem tal coisa a seu respeito.
Lucas 5:14  Ordenou-lhe Jesus que a ninguém o dissesse, mas vai, disse, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o sacrifício que Moisés determinou, para servir de testemunho ao povo.
Lucas 8:56  Seus pais ficaram maravilhados, mas ele lhes advertiu que a ninguém contassem o que havia acontecido.
Lucas 9:21  Ele, porém, advertindo-os, mandou que a ninguém declarassem tal coisa,
Mateus 9:28-30 Tendo ele entrado em casa, aproximaram-se os cegos, e Jesus lhes perguntou: Credes que eu posso fazer isso? Responderam-lhe: Sim, Senhor! 29  Então, lhes tocou os olhos, dizendo: Faça-se-vos conforme a vossa fé.
E abriram-se-lhes os olhos. Jesus, porém, os advertiu severamente, dizendo: Acautelai-vos de que ninguém o saiba.
Marcos 5:42, 43  Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar; pois tinha doze anos. Então, ficaram todos sobremaneira admirados. Mas Jesus ordenou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e mandou que dessem de comer à menina.

8. Quanto doar?

Marcos 12:41 ¶ Assentado diante do gazofilácio, observava Jesus como o povo lançava ali o dinheiro. Ora, muitos ricos depositavam grandes quantias.
Marcos 12:42  Vindo, porém, uma viúva pobre, depositou duas pequenas moedas correspondentes a um quadrante.
Marcos 12:43  E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes.
Marcos 12:44  Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento.

9. Como obter as bênçãos

1.        Bênção pela obediência:
A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que hoje vos ordeno; Deuteronômio 11:27
2.        Bênção pela santificação do Shabat: Is 56:6, 7  Aos estrangeiros que se chegam ao SENHOR, para o servirem e para amarem o nome do SENHOR, sendo deste modo servos seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a minha aliança, 7  também os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha Casa de Oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos.
Is 58:13 ¶ Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, 14  então, te deleitarás no SENHOR. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do SENHOR o disse.
Deuteronômio 32:13  Ele o fez cavalgar sobre os altos da terra, comer as messes do campo, chupar mel da rocha e azeite da dura pederneira,
3.        Bênção pela fidelidade nos dízimos e ofertas:
 Malaquias 3:10  Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.
Obs.: Não adianta dar o dízimo em qualquer lugar e depois cobrar ao Eterno!
TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferentes. TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferentes. TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferentes. TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferentes. TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferentes. TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferentes. TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferentes. TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferentes. TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferentes. TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferentes. TALMUD


A palavra Talmud significa "estudar", "aprender". O Talmud é uma literatura em hebraico e aramaico, que cobre os significados e as interpretações das porções legais do Velho Testamento, assim como dizeres sábios de fontes rabínicas. Ele se estende sobre um período de tempo de um pouco depois de Esdras, por volta de 400 A.C. até aproximadamente 500 A.C.


A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LEI ORAL

Os judeus tradicionais acreditam que uma Segunda lei foi dada a Moisés adicionando a primeira; essa segunda foi dada oralmente e passada de geração em geração de forma oral. O Talmud em si fala a uma origem primitiva, e Pirke Aboth 1:1 relata que é atribuída a Moisés. Outros estudiosos não concordam com essa origem da lei oral e insistem que teve o seu começo e desenvolvimento depois de Esdras. Por exemplo, antes do exílio dos israelitas a Babilônia, não há menção feita pelos profetas sobre um lapso da lei oral. No entanto, as mensagens dos profetas estão cheias de avisos para que eles não abandonassem a revelação escrita dada a Moisés.


Nesse período depois de Esdras ("um escriba hábil na lei de Moisés" Esdras 7:6), mestre sucedia a mestre nas sinagogas e escolas, e o seu entendimento do Velho Testamento era apreciado e memorizado. Através dos séculos, muitas estratégias de memorização foram aplicadas para aprender e lembrar da crescente massa de opiniões e interpretações. Mas, eventualmente, nem mesmo a melhor memória poderia reter todo o material disponível. Finalmente, foi necessário compilar um resumo de todos os ensinamentos essenciais de gerações precedentes e também fazer de uma maneira para que gerações futuras tivessem acesso ao tesouro imenso de pensamento, sentimento religioso e sabedoria de orientação e inspiração. Essa compilação é conhecida como Talmud, uma reposição da lei oral. O povo judeu o considera em segundo lugar depois das escrituras. O Talmud é um pedaço de literatura reorganizado como o máximo da criação nacional e religiosa, e continua ter uma influência profunda sobre o desenvolvimento da visão mundial judaica.


RAZÕES PARA UMA LEI ORAL

Com o fim dos profetas depois do retorno do exílio na babilônia e com o crescimento contínuo da complexidade da vida em Israel e seus relacionamentos com o mundo de fora, apareceu uma necessidade de explicar melhor as leis do Pentateuco (os primeiros cinco livros no Velho Testamento). A primeira intenção, era que a lei oral ajudasse as pessoas a obedecerem a Palavra de Deus.


A lei oral contida no Talmud tinha duas funções. Primeiro, provia uma interpretação da Lei escrita - explicando o que ela significava. De acordo com os rabinos, isso era necessário já que a lei oral possibilitava que as pessoas realmente vivessem a lei escrita. O segundo aspecto da lei oral é que ela modifica e procura adaptar a lei escrita para caber em novas circunstâncias e condições. A lei oral deve fazer a lei escrita um documento usável e atual de geração a geração. Sem a lei oral a lei escrita se tornaria desatualizada. No entanto, a lei oral é necessária para saber o que não fazer e também para enfatizar o que é a boa devoção e lealdade judaica.


É verdade que toda geração tem que encarar novas condições sociais, políticas e econômicas, que faz ser necessária uma aplicação diferente da Palavra de Deus. Mas a Palavra de Deus em si não pode ser mudada para acomodar um desejo pessoal ou para interpretar novos problemas em épocas diferente